
É claro que não se preconiza uma ASAE da gramática, nem se defende a aplicação de coimas para quem dá erros na tabuleta ou no letreiro, mas alguma medida tem que ser tomada. E como a medida tem que ser naturalmente pedagógica, aqui está um bom pretexto para os municípios se entenderem com as escolas, designadamente através de grupos de trabalho que integrem os núcleos de professores de português da terra. Não há que multar pastores de almas e muito menos os crentes por cometerem o pecado mortal do acento agudo na Assembléia. Mas muito gostaria que a intervenção activa e pedagógica dos núcleos locais de professores de português protocolada com os municípios, não ficasse marcada para as 24:15…
Carlos Albino
Flagrante capitania: A propósito do mais recente episódio do achamento da nau Santa Mercedes, porque não se elabora um livro branco sobre o património arqueológico marítimo do Algarve?
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